“A palavra quer ser livre”.

O papel do editor não se limita ao papel. Narrativas trafegam nas diferentes formas de expressão e condensam-se nas redes sociais. Cabe ao editor catalizá-las, conferir forma e coesão, arranjar um concerto entre autores e leitores (cada vez menos distintos entre si). O livro impresso não é mais o fim — não é mais o ponto final, estanque e imutável, de uma evolução ou processo comunicativo — e tampouco é um fim — não é mais o propósito ou a forma à qual a mensagem tem de se conformar.

Entre as experiências transmidia da Ímã Editorial estão o Nossa Língua , gestado no Instagram e que se desdobrou em livro, exposição e documentário, O som do vinl , publicação de acervo site, livro e ebook;  @Rio365 , um livro “escrito” por milhares de autores e fotógrafos na rede social Instagram, e que passou por curadoria coletiva e assumiu a forma de livro; @Rio450 ,  narrativa histórica colaborativa: 450 anos da história da cidade contada por um diálogo entre texto e imagens; André Stolarksi: fale mais sobre isso exposição e publicação a partir de conteúdo colaborativo viabilizado por Edição Social.

Nossa Língua : NDI; Rio365 e Rio450 : Horto/Núcleo da Ideia; André Stolarski, fale mais sobre issso : Tecnopop.